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25-07-2007

Vila Nova de Monsarros - tomo 7


Plano Cultural da Freguesia - Parte I


A freguesia tem um importante lado cultural, tão vasto que decidi, para facilitar a própria leitura, dividi-lo em pequenos textos fáceis de aceder. Desta forma irei publicando, no decorrer das próximas semanas, algumas informações enquadradas neste plano das actividades da freguesia.

Em primeiro, devo deixar uma pequena nota relativamente aos estudos. Desde sempre foi um campo de preocupação cimeira, dada a importância que adquire hoje em dia a educação escolar na nossa sociedade. Neste sentido, a alfabetização foi bastante beneficiada com a concessão de oportunidades para antigos alunos que não completaram a escolaridade mínima concluírem a escola, através de aulas específicas, com a equivalência ao 4º ano.


Marchas Populares

No plano cultural as marchas são, possivelmente, a mais importante organização, aquela que nos últimos anos mais atenção e empenho tem merecido.

No dia 17 de Junho, domingo, a Feira da Vinha e do Vinho, em Anadia, foi o último local onde os marchantes vilanovenses tiveram oportunidade de se mostrar. Neste evento estiveram presentes também as freguesias de Tamengos, Amoreira da Gândara e São Lourenço do Bairro, além da convidada Amares, que encetou o desfile.

O trajecto foi do Pavilhão dos Desportos até ao Anfiteatro do Vale Santo, passando pelo Pavilhão dos Desportos, Avenida 5 de Outubro, Rua Fausto Sampaio e Câmara Municipal.

A freguesia tem ainda esta secção dedicada exclusivamente ao rancho, que participou nas marchas populares de Anadia deste ano, e continua a procurar evoluir para alcançar melhores classificações do que a conseguida este ano.

O tema da marcha foi as “Flores”, representadas na cor, alegria e graciosidade dos trajes dos elementos da marcha e a decoração dos arcos, concebidos por Sónia Marisa, enquanto Mila e Paula idealizaram os fatos. Foram várias as pessoas que dedicaram inúmeras horas à concepção dos arcos e adornos que embelezaram o desfile dos marchantes. A música esteve a cargo do seu autor, Albino Dimas, orquestrado pelo maestro André Dimas. A marcha era composta de 24 pares, oito com arcos, 17 elementos do coro e 20 crianças, todos elementos ensaiados por Ricardo Cerveira. O cavalinho tinha 11 músicos da Banda de Anadia, orientados por André Dimas.



Fotos: CMA, cedência part.

Inv. por: Mário Matos

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